Exopolítica?

O QUE É EXOPOLÍTICA?

“It’s not about lights in the sky, it’s about lies on the ground” – Stephen Bassett

O que é Exopolítica? Algumas personalidades-chave compararam notas e chegaram a um consenso para a seguinte definição:

A Exopolítica é um campo científico interdisciplinar, com raízes nas ciências políticas, que se focaliza na investigação e educação pública no que diz respeito aos actores, instituições e processos associados à vida extraterrestre, assim como às implicações que acarreta o surgimento de um novo paradigma.

Esta definição integra 3 diferentes significados em que a palavra Exopolítica é utilizada:

©Manuel Lamiroy 2009

De notar que a Exopolítica é apenas uma de entre um vasto leque de Exo Ciências e Exo Disciplinas em pleno desenvolvimento, todas lidando com as implicações duma presença alienígena.

Algumas definições mais antigas:

  • Wikipedia (até Abril 2008): Exopolítica, um ramo especulativo da ciência política, que envolve o estudo do possível contacto e relações entre a humanidade e civilizações extraterrestres. (*) Desde Janeiro 2009, define-se Exopolítica como um “estudo hipotético das relações políticas entre humanos e civilizações extraterrestres”
  • Michael Salla, fundador do Instituto de Exopolítica, dá duas definições complementares:
    • Exopolítica é o estudo de indivíduos-chave, instituições e processos políticos associados a vida extraterrestre.
    • Exopolítica é o estudo das implicações políticas da presença extraterrestre na Terra.
  • Alfred Webre ‘inventou’ o termo Exopolítica e descreve-a como o “estudo dos processos políticos e de governo na sociedade inter-estelar.”
  • Steve Basset utiliza o termo ‘Exopolítica’ em 4 acepções:

1.      A arte ou ciência de governo, no que concerne à orientação ou influência da política governamental relativamente aos fenómenos extraterrestres e seres extraterrestres.

2.      Acções, práticas e normas exopolíticas.

3.      As opiniões e simpatias exopolíticas de uma pessoa.

4.      O complexo total de relações entre a raça humana e seres inteligentes não-humanos.

(*) Incompreensivelmente, entre Abril 2008 e Janeiro 2009 a Wikipedia censurou artigos sobre Exopolítica. O tópico em si foi removido. A partir de 10 Janeiro 2009 o tópico está novamente disponível.

Em Outubro de 2009, um grupo de pessoas envolvidas em Exopolítica organizaram sessões de debate de ideias, onde os diversos significados e utilizações da palavra Exopolítica foram explorados e mapeados. [As seguintes pessoas participaram nas sessões mencionadas: Come Carpentier (India); Neil Gould (Hong Kong); Paola Harris, M.Ed.(USA/Itália); Robert Fleischer (Alemanha); Manuel Lamiroy, Jurista (África do Sul); Pepón Jover del Pozo, M.Sc. (Espanha); Michael Salla, Ph.D. (EUA/Austrália); Victor Viggiani, M.Ed. (Canadá)].

Ficou claro que “Exopolítica” estava a ser usada em 3 acepções diferentes:

  1. Como disciplina científica
  2. Como um movimento global/planetário
  3. Como um novo paradigma

Aquilo que os conceitos têm em comum é que todos se relacionam com as implicações da vida extraterrestre.

Mais definições de ‘Exopolítica’ podem ser encontradas em www.exopaedia.org/?Exopolitics.

Campo de Investigação

A partir da definição, podemos definir os campos de estudo: Estudos Exopolíticos

  • Principais personagens/indivíduos,
  • Instituições, e
  • Processos políticos

Que estão associados com a presença extraterrestre aqui na Terra.

Por outras palavras, queremos saber quem está a fazer o quê no que diz respeito à presença extraterrestre na Terra. Aqui há duas facetas: por um lado temos os indivíduos humanos, instituições e processos políticos, e por outro lado temos os indivíduos extraterrestres, instituições e processos políticos. Quem são os extraterrestres que estão presentes aqui na Terra, ou que já aqui estiveram, e o que pretendem? E quem, do lado humano, está envolvido nisto, e o que anda a fazer?

Para se responder a isto, há certas áreas de interesse que, actualmente, revelam muita informação. A Exopolítica, por exemplo, investiga fenómenos como encontros imediatos com extraterrestres (contactados) e abduções alienígenas. Tenta identificar as várias ‘personagens’ ou grupos que aparentem estar activos, e tenta descrever as suas actividades e as possíveis intenções. Também tenta perceber as reacções dos que “estão no poder” relativamente a esta presença extraterrestre, e às práticas que implementam para lidar com esta questão.

Uma outra importante área de interesse é a da provável interacção oficial com os extraterrestres. Há alguns dados de que o governo Americano tenha tido um contacto oficial em 1954, com extraterrestres. Nesse sentido, a Exopolítica também lidará com a diplomacia galáctica, e com o estudo dos acordos e tratados que já poderão ter sido implementados, ou que poderão vir a sê-lo.

Outro fenómeno directamente relacionado com isto é a norma oficial ou não-oficial que os vários governos dos diferentes países adoptaram para lidar com a presença extraterrestre. Parece haver um segredo instituído oficialmente sobre esta presença extraterrestre. A Exopolítica estuda estas políticas de segredo, assim como as políticas de desvelação.

Metodologia

Sendo uma ciência política, a exopolítica faz uso das metodologias standard das ciências políticas. E para estas, é necessária uma abordagem qualitativa, em vez de uma quantitativa ou quantificável. A Exopolítica identifica as personagens (indivíduos, instituições e outros grupos), os processos, dinâmicas e políticas. Analisa os comportamentos e motivações das pessoas, instituições e grupos. Também se foca nos objectivos e eficácia de certas políticas, etc., e tenta identificar padrões (previsíveis).

Uma das ferramentas mais comuns, à nossa disposição, é o uso de tipologias. Enquanto analisava a literatura existente sobre extraterrestres aqui na Terra, Michael Salla verificou que os extraterrestres eram descritos em 4 categorias ou tipos. Elas são:

  • Os que Ajudam,
  • Os Intrusos,
  • Os Manipuladores, e
  • Os Vigilantes.
Fonte: http://exocoza.lamiroy.com/exopolitics.htm
Autor: Manuel Lamiroy (Exopolitics África do Sul)
Traduzido, com autorização do autor, por: Francisco Corrêa (Exopolitics Portugal)